Como o calendário de feriados de 2026 pode movimentar setores e influenciar decisões estratégicas das empresas

O calendário de feriados de 2026, com boa parte das datas caindo em dias úteis e potencial para feriadões prolongados, oferece indícios importantes sobre tendências de consumo e oportunidades de mercado. Para empresas, antecipar projeções em torno dessas datas, integrando operações, marketing e planejamento comercial, pode transformar períodos tradicionalmente desafiadores em momentos de maior engajamento e receita.
Liquidação bancária: como funciona o pagamento do FGC na prática

A liquidação de instituições financeiras coloca um assunto na mesa que muita gente prefere ignorar enquanto tudo está “normal” o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Na prática, é ele que entra em cena quando um banco é liquidado e existem depósitos e investimentos elegíveis a serem ressarcidos dentro das regras do fundo. Os casos recentes envolvendo instituições ligadas ao “caso Master” e os impactos estimados sobre o FGC, trouxeram de volta uma pergunta simples, e essencial, o FGC é uma proteção real, mas o que ele cobre, como paga e o que muda quando ele é acionado? O que é o FGC e por que ele existe O FGC funciona como um mecanismo de proteção para correntistas e investidores em situações de intervenção, liquidação ou falência de instituições financeiras. Ele não é “um seguro universal” de todo o sistema, nem cobre qualquer produto, mas cobre uma lista específica de depósitos e investimentos, respeitando limites e regras. Em outras palavras, ele ajuda a reduzir o impacto de uma quebra para pessoas físicas e empresas que estavam expostas àquela instituição, dentro do regulamento. O que o FGC cobre e o que ele não cobre A confusão mais comum é achar que “qualquer investimento tem FGC”. Não tem. Em geral, o FGC cobre alguns tipos de depósitos e títulos bancários (como certos depósitos e títulos de captação), e não cobre, por exemplo, produtos de mercado de capitais que não se enquadram no regulamento do fundo. Mais importante, mesmo dentro do que é elegível, a cobertura tem limites por CPF/CNPJ e por instituição, e há também regras de prazo e elegibilidade. Isso significa que diversificação entre emissores e atenção ao “conglomerado” são partes relevantes de qualquer estratégia de proteção. Liquidação: por que o pagamento não é “automático” no dia seguinte Quando o Banco Central decreta a liquidação extrajudicial, começa um processo formal. O FGC só consegue pagar depois de receber informações e validações do liquidante e das bases de credores. Na prática, a ordem costuma ser: Esse fluxo ajuda a entender por que, em momentos de estresse, surgem boatos e ansiedade, nem sempre o ressarcimento é imediato, mesmo quando há cobertura. Outro ponto que aparece forte quando o FGC é acionado é a ideia de que “no fim todo mundo paga essa conta”. O debate existe porque o FGC é sustentado pelo próprio sistema financeiro, e custos no sistema podem influenciar precificação de produtos, spreads e apetite por risco. Para o investidor, a leitura prática é que o FGC é uma camada importante de proteção, mas não substitui análise de risco do emissor. Quando muita gente compra apenas “o prêmio” de um banco que paga mais, ignorando estrutura, liquidez e histórico, o risco tende a aparecer cedo ou tarde, e nem sempre dentro de um cenário confortável. O que o investidor deve observar quando vê um caso desses Sem pânico e sem ingenuidade, alguns cuidados ficam ainda mais claros quando o noticiário traz liquidações: Esses eventos também lembram algo simples: proteção é importante, mas planejamento é mais importante ainda. Por que esse tema ganhou força agora As notícias recentes envolvendo liquidações e impactos bilionários estimados sobre o FGC colocaram o assunto em evidência porque mostram o tamanho que a conta pode alcançar quando várias instituições entram em regime especial em sequência. Para o investidor pessoa física, isso reforça a importância de olhar além da sigla FGC e entender como o mecanismo opera na vida real, com regras, limites, processos e prazos. Com um assessor Tórus você tem clareza sobre seus ativos e principalmente quem os emite e o risco que corre, é por isso que ter um aliado na sua jornada financeira é tão importante. Assim você dilui riscos com segurança e conhecimento do cenário. Tem dúvidas sobre o assunto? Conte com seu assessor Tórus!
Autocontrole financeiro: o ativo mais importante para 2026

O maior desafio financeiro de 2026 não será escolher onde investir, mas sim resistir às tentações que tiram o foco da estratégia de longo prazo. O autocontrole financeiro, muitas vezes invisível, é o ativo que determina quem alcança os resultados e quem se perde no caminho. Construí-lo exige hábito, estratégia e uma dose de autoconhecimento, um investimento silencioso, mas poderoso.
Feriados e folia: previsões de movimentação do mercado no Carnaval 2026

O Carnaval de 2026 é esperado como um dos principais eventos de movimentação econômica e turística do ano, apoiado por projeções de receitas bilionárias e pela antecipação de demandas em setores como transporte e hospedagem. Essas expectativas tornam o período um indicador importante para entender comportamento de consumo e tendências de mercado no início do ano.
Fevereiro pode ser tarde demais: o risco de ignorar sua saúde financeira esperando o “começo do ano”

Procrastinar a organização das finanças até após o Carnaval alimenta um risco de endividamento silencioso que não espera calendário festivo. Revisar orçamentos, renegociar dívidas e cuidar das contas desde o início do ano pode evitar a “ressaca financeira” e preservar a saúde financeira ao longo de 2026.
Empresas familiares e a falta de sucessores: quando o legado corre risco

A continuidade das empresas familiares está diretamente ligada à capacidade de preparar sucessores e estruturar processos de transição de liderança. A ausência de planejamento sucessório formalizado expõe negócios ao risco de conflitos, perda de valor e dificuldades operacionais, ameaçando tanto a perenidade quanto o legado que essas organizações pretendem deixar.
Cuidado com o “falso começo”: quando a empolgação de janeiro vira desorganização em fevereiro

Muitos investidores começam o ano com metas e planilhas bem estruturadas, mas sem um método de acompanhamento consistente esses planos perdem força com a rotina do dia a dia. A chave para evitar esse “falso começo” está em estabelecer metas realistas, usar ferramentas simples de controle e revisar periodicamente o orçamento, transformando intenção em hábito financeiro sólido.
Carteira personalizada x carteira genérica: o que muda na prática para seus resultados

A diferença entre uma carteira genérica e uma personalizada está no impacto direto que cada uma tem sobre seus resultados e sua tranquilidade. Enquanto carteiras genéricas seguem fórmulas prontas e ignoram o seu momento de vida, carteiras personalizadas alinham objetivos, prazos, perfil de risco e liquidez, entregando mais consistência no longo prazo. A Tórus estrutura portfólios únicos com base em diagnóstico completo e acompanhamento constante, para que cada decisão de investimento realmente faça sentido para você.
Crescer ou consolidar? Como decidir o movimento certo para sua empresa neste momento

Expandir ou consolidar? Essa é uma das decisões mais estratégicas que gestores e empresários enfrentam em fases-chave do negócio. Enquanto o crescimento exige apetite ao risco e capital, a consolidação fortalece estrutura, margens e eficiência. Não existe resposta única, a escolha depende da saúde financeira, maturidade operacional e oportunidades de mercado. A Tórus apoia empresas com diagnósticos completos e estruturação de soluções financeiras sob medida para que cada passo seja ele de expansão ou estabilidade, gere valor de forma sólida e sustentável.
Seu estilo de vida cabe no seu patrimônio?

Mais do que saber quanto se ganha, é fundamental entender se seu patrimônio sustenta o estilo de vida que você leva, e por quanto tempo. Gastar no limite da renda, sem estruturar reservas e renda passiva, pode comprometer a estabilidade no futuro. A construção de uma vida financeira sólida passa por controle, equilíbrio e visão de longo prazo. A Tórus apoia esse processo com inteligência estratégica, planejamento realista e estrutura patrimonial que respeita seu momento e objetivos.