5 indicadores financeiros que sua empresa precisa monitorar antes de virar o ano

Dezembro não é só época de festa é hora de olhar os números que contam a verdade sobre a saúde da empresa.
Neste artigo, listamos os 5 indicadores que merecem sua atenção antes da virada para 2026.
Eles não estão no marketing, nem no hype: estão na operação real do seu negócio.
Veja quais são e como ajustá-los agora.

Ociosidade financeira: sua empresa está deixando dinheiro parado sem perceber?

Muitos empresários cuidam de custos, receitas e crédito mas ignoram o capital que permanece improdutivo dentro da própria empresa. Quando recursos ficam parados em conta corrente, aplicados de forma ineficiente ou mal direcionados dentro da operação isso afeta o poder de compra, a rentabilidade e a competitividade do negócio.

Fim de ano fiscal: o que revisar na estratégia financeira da sua empresa antes de virar o calendário

O encerramento do ano fiscal não é apenas uma formalidade contábil é uma oportunidade estratégica. É importante rever os principais pontos a revisar: caixa projetado, estrutura de crédito, endividamento, estoque e planejamento. Se antecipar pode gerar economia, eficiência e poder de decisão para 2026.
A Tórus atua de forma 360, e na Tórus Corporate auxiliamos empresas com visão estratégica na revisão e na estruturação de crédito. Quer se preparar para 2026? Confira o artigo completo.

Educação financeira como benefício: por que grandes empresas estão oferecendo isso a seus colaboradores?

Empresas de ponta no Brasil já incorporaram educação financeira como benefício estratégico. Os resultados: redução de estresse financeiro, melhor foco, menos absenteísmo, engajamento mais alto. Willian César, sócio fundador da Tórus Investimentos, lidera programas de treinamento financeiro para colaboradores, ajudando organizações a transformar finanças pessoais em alavancas de produtividade. Contratar um treinamento como esse pode ser diferencial competitivo para empresas que querem cuidar do capital humano de dentro para fora.

Gestão de fluxo de caixa pessoal x corporativo: aprendizados cruzados para executivos

Fluxo de caixa não é só uma planilha de entradas e saídas: é ferramenta-chave para previsibilidade, controle de risco e tomada de decisão, seja na vida pessoal ou nos negócios. Para executivos, compreender as semelhanças e diferenças entre os dois contextos permite controlar melhor suas finanças, evitar armadilhas e potencializar oportunidades. O que o fluxo de caixa pessoal ensina ao corporativo Onde o corporativo tem lições que valem para a vida pessoal Diferenças críticas que exigem atenção Evidências e estudos do Brasil Práticas recomendadas para executivos A interseção entre os mundos financeiro pessoal e corporativo oferece uma oportunidade de melhoria estratégica para executivos. Quem domina as práticas de fluxo de caixa, controle de custos e projeções tanto no âmbito pessoal quanto no empresarial ganha mais clareza, segurança e capacidade de reagir a cenários adversos. Para organizações, apoiar líderes a reforçar esse “hábito financeiro corporativo/pessoal” pode gerar diretos benefícios: decisões mais conscientes, uso eficiente de recursos, menor exposição a riscos de liquidez e uma liderança mais estável.

O custo invisível da má educação financeira nas lideranças

Líderes com falhas no entendimento financeiro, mesmo em empresas de alta receita, geram impactos que vão além dos balanços visíveis: perda de eficiência, decisões erradas de investimento, cash flow comprometido, rotatividade maior, clima organizacional ruim. Esses custos “invisíveis” corroem margens e comprometem sustentabilidade. Educar financeiramente líderes não é gasto, é mitigação de risco estratégico.

Planejamento financeiro empresarial para sucessão: como preparar a próxima geração de líderes com inteligência patrimonial

Para empresas familiares ou negócios com forte envolvimento patrimonial, sucessão não deve ser deixada ao acaso. Preparar a próxima geração exige estratégias financeiras, jurídicas e culturais bem articuladas: estruturas societárias, governança, formação dos sucessores, visão fiscal/tributária, clareza nos papéis e comunicação eficiente. Com isso, evita-se queda de valor da empresa, conflitos internos e perdas patrimoniais que poderiam ser mitigadas.

Educação financeira dentro das empresas: um novo pilar da cultura organizacional?

Empresas de ponta estão começando a ver educação financeira não apenas como benefício adicional, mas como elemento estratégico de cultura organizacional. Programas voltados para saúde financeira dos colaboradores reduzem estresse, turnover, absenteísmo, aumentam produtividade e engajamento. Para ser eficaz, essa iniciativa exige planejamento, mensuração, personalização e integração com demais políticas de RH e remuneração.